
(by Stuart Gibson)

Pessoas machucam e são machucadas o tempo todo. Mas quem realmente para pra pensar no que fez? Quem se arrepende? A resposta é: Ninguém, eles só seguem em frente e continuam magoando mais e mais pessoas. (DC)

Eu era aquela garota boba que acreditava em contos de fadas, mas pra que serve essa droga?
Iludir idiotas, é mesmo. Não precisa ser perfeito pra ser tudo, não é como nas historias! As pessoas erram, se desencontram. Aprendi que se for amor, não vai ter final feliz, simplesmente porque amor não tem fim. (DC)

Tem gente que acha que me conhece, mas não faz a menor ideia de quem eu sou.

Sociedade. Te destrói e depois te julga por estar destruído.

Não é que eu tenha me afastado, eu só cansei de perder meu tempo tentando te explicar coisas que você nunca vai entender. (DC)

Meu sorriso virou uma caixa, um bau velho talvez. Um daqueles bem surrados, com dores, decepções e lembranças amontoados, que em breve irá explodir de tanta bagunça, e que logo se transformará em lágrimas. Terei que me segurar, não piscar para elas mais uma vez não encharcarem meu rosto. Talvez colocarei a culpa em um cisco, desses trazidos pelo vento ou quem sabe direi que é sono. Qualquer desculpa óbvia poderia ser usada, ninguém se importaria em saber a verdade, ninguém notaria tanta mentira estampada em meus olhos e nesse meu sorriso forjado quase se fechando. Este meia boca, torta, sem brilho. Toda a doçura se apagou, não sei como ninguém notou, talvez alguns sim mais não importaram. Esses sorrisos do dia-a-dia são daqueles ensaiados na frente do espelho, os que viraram rotina, os cheio de falsidade, ou talvez, dos pedaços de um coração em cacos. Ana Paula de Lacerda.
(Source: consolar-te)